Categoria: Temporada 2018

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A Ferrari tem o martelo

No exótico jogo de curling (aquele mesmo, no qual atletas ficam varrendo o caminho das pesadas pedras circulares no gelo enquanto gritam palavras ininteligíveis), uma grande vantagem é ter o martelo. O tal martelo é ter a última pedra, a última jogada, com a qual você pode pontuar, e/ou tirar as pedras rivais do caminho …

Decepção e euforia

A história do automobilismo, a F1 em particular, nos mostra muitas histórias nas quais decepção e euforia acontecem como pano de fundo em várias disputas em jogo. Esses sentimentos andam lado a lado com uma linha muitas vezes tênue a separá-las. O maior dos mestres das pistas, Juan Manuel Fangio, tinha um excelente repertório de …

Talento e maturidade

Quando Lewis Hamilton terminou sua volta de classificação no sábado, o inglês se ajoelhou ao lado do carro e ficou claro que ele tremia de emoção, misturado com a adrenalina de uma volta feita no limite para superar seu rival, que naquele momento tinha um equipamento ligeiramente melhor do que o seu. Alguns metros adiante, …

Pistas, quebras e respeito

Em nosso animado grupo de WhatsApp, o mestre Eduardo Correa nos lembrou, durante a transmissão do GP da Áustria, de uma verdade em relação à humanidade: não se pode desaprender certas coisas, por mais que todos pudéssemos melhor antes de conhecê-las. Vale para bombas atômicas, vale para o automobilismo em relação à capacidade de gerar …

Segunda, de três…

O clima de uma trinca de corridas não poderia ser melhor. Juntando ainda circuito com uma certa história? Melhor ainda. Com corridas boas? Talvez seja pedir demais, mas é verdade que esse momento único da F1 tem montando um campeonato interessante mas que é pontuado por algumas corridas abaixo da média. A Austria, colado o …

Libera a Mistral, pô!

Mais um GP enfadonho, modorrento, abaixo das expectativas, certo? Certo. É inegável, já que todos esperavam mais para a triunfante volta de Paul Ricard. O que não significa, entretanto, que não possamos analisar cuidadosamente os acontecimentos, para que fiquemos atentos quando as corridas ótimas acontecerem.

Triunfo da insistência

Uma cabeça reducionista irá dizer que as três principais corridas do ano (Mônaco, Indianápolis e Le Mans) ficaram devendo em emoções, ou simplesmente que foram enfadonhas. Indo além de análise tão rasa podemos refletir que, não importa o quanto não gostemos de uma corrida, ela sempre é vencida por alguém, e normalmente de modo meritoso.

Monotonia canadense

Quando Sebastian Vettel recebeu a bandeirada de forma errada da modelo Winnie Harlow e depois a correta do comissário da corrida, o alemão da Ferrari queria apenas comemorar uma vitória classificada por ele mesmo como perfeita. Para Vettel, o que aconteceu atrás de si pouco lhe importou, mas se o alemão estiver com insônia e …

Possibilidades Canadenses

Uma vitória do carisma. Monaco trouxe alegria e vida para o pódio da F1, após uma corrida para lá de previsível. Agora é a hora de chegar ao belo circuito de Montreal para uma corrida cheia de possibilidades. Nas terras canadenses, Hamilton é rei. Só que a concorrência está de olho em manter Hamilton no …