Mais do que um gênio das pistas, Jim Clark provou-se um exemplo de atitude que parece bastante pertinente nos tempos em que vivemos
Mais do que um gênio das pistas, Jim Clark provou-se um exemplo de atitude que parece bastante pertinente nos tempos em que vivemos
Ah! A delicadeza dos carros daquela época. Suas pinturas imaculadas, os pneus finos, a fragilidade explícita das barras de suspensão e dos santantonios. Pareciam brinquedos inofensivos…
O enorme esforço de Janet Guthrie para ter sucesso no automobilismo passou a ser cada vez mais reconhecido, como uma pioneira que enfrentou todo um sistema que não a queria, mas tiveram que vê-la realizar seu sonho
Moss: “Naquele ano perdi a primazia de ser o primeiro inglês, e isso também envolve palavras, palavras que caem suavemente no fundo da vida”
Até 1958, nenhum piloto britânico havia vencido o Mundial de Fórmula 1. Na fase final da temporada, Stirling Moss e Mike Hawthorn disputavam esta primazia
Após protagonizar em 1965 aquela terá sido a maior campanha individual de um piloto ao longo de uma temporada na história do automobilismo, Jim Clark viu sua competitividade evaporar de um dia para o outro
Não entre sem resistência pela noite da boa morte/A velhice tem de arder e imprecar quando o fim estiver próximo/ Fúria, fúria contra a luz que se apaga,
A F1 não está isenta da prática de “nepotistas”, que tão pouco entusiasmo desperta nos aficionados. Um dos casos que atualmente mais controvérsia vem suscitando é o do jovem piloto canadense Lance Stroll.
Nascimento Junior era o que hoje se chama gentleman driver, mas no mais amplo sentido
Räikkönen chegou a Interlagos na terceira posição no campeonato e virou o jogo. Era a segunda vez na história da Fórmula 1 que esse feito era alcançado