Gilles Villeneuve sempre me sugeriu uma criança mimada, impulsionada por um insaciável espírito destrutivo, que pulverizava seus brinquedos, apenas para ganhar outro, maior e mais reluzente.
Gilles Villeneuve sempre me sugeriu uma criança mimada, impulsionada por um insaciável espírito destrutivo, que pulverizava seus brinquedos, apenas para ganhar outro, maior e mais reluzente.
Vou, ou ao menos espero, relembrar como era acompanhar Fórmula 1 no Brasil naquela época: completamente diferente de hoje em dia.
O que éramos antes do 01/05/1994? E o que nos tornamos depois dele?
Dezenove anos já se passaram. Você acredita?
A Fórmula 1 prende a respiração e se pergunta: Adrian Newey e seus colegas da RBR já enquadraram as incógnitas da equação pneumo-lotérica proposta pela Pirelli?
A segunda parte da análise freudiana do comportamento que faz com que uns acatem e outros ataquem ordens de equipe.
Uma análise sobre a importância do chamado jogo de equipe na Fórmula 1. Passado e presente.
A vontade inicial dessa coluna era escrever uma receita de bolo. Inacreditável, estamos às vesperas de mais uma corrida no Bahrein.
2013 parece ser o ano para Fernando Alonso convencer o mundo de que ele é mesmo ‘tudo isso’ que dizem…
O último GP da China foi uma corrida digna dos grandes campeões. Não à toa, nas primeiras 5 colocações da prova estavam justamente os últimos cinco pilotos a vencerem um campeonato mundial.