Interlagos 2012, assim como várias outras corridas deste ano, mostrou que pode haver uma janela aceitável de convivência no perene conflito entre esporte, tecnologia exacerbada e interesses comerciais.
Interlagos 2012, assim como várias outras corridas deste ano, mostrou que pode haver uma janela aceitável de convivência no perene conflito entre esporte, tecnologia exacerbada e interesses comerciais.
O autódromo de Interlagos traz sempre uma corrida especial.
A história foi feita novamente. E nós, os entusiastas do esporte a motor, as felizes testemunhas.
Vamos ao título. Nos despedir de uma grande temporada. Despedir de um grid repleto de campeões. Despedir do grande Schumacher e finalmente um piloto vai se despedir do título de bi-campeão!
As memórias, o movimento, as cores, o som, a emoção possível. Curtam isso, como eu curtirei, domingo, em Interlagos, e esqueçam a inocência perdida. Eu estou tentando esquecê-la.
Faltam duas provas para o fim de um campeonato histórico. E voltamos à América!
À medida que passa, o tempo baixa a névoa dos terrenos percorridos, aplaina as ondas, empalidece as cores – mas fica a dúvida: quem teve o desempenho mais épico no Abu Dhabi, o cenário mais fake de toda a temporada?
Sebastien Loeb é uma figura do tamanho de um Tazio Nuvolari ou de Juan Manuel Fangio. Ponto.
Testes com pilotos promissores foram feitos na pista de Abu Dhabi após o GP de F1.
Nas pistas, vá lá. Mas fora delas, mil vezes a irreverência de Kimi ao pasteurizado Sebastian Vettel!