Ele superou uma lei absoluta do automobilismo: quem arrisca, entusiasma; quem conserva, vence
Ele superou uma lei absoluta do automobilismo: quem arrisca, entusiasma; quem conserva, vence
Talvez nunca tenhamos completo conhecimento do que aconteceu no GP do Japão 76, a corrida decisiva entre Lauda e Hunt, recriada por Rush!
Pioneira, tresloucada, visionária, transviada, corajosa, luxuriante… Adjetivos para descrever Hellé Nice, ícone do automobilismo dos anos 30
A história é cíclica: a atualidade, muitas vezes, se explica por algum fato(r) histórico.
Será um tanto quanto estranho olhar o grid de Melbourne em março e não ver Rubens. Foram 19 anos procurando seu nome em negrito nas páginas do jornal. Tenho certeza que vou procurar na lista dos tempos, ato reflexo, como se fosse presença obrigatória, cadeira cativa.
“Aquela foi a primeira vez que ouvi as pessoas gritando por mim”, recordaria Juan, anos mais tarde.
Sua incrível vitória em Pedralbes 1951; a surpreendente conquista em Monza 1953, derrotando a poderosa Ferrari de Ascari na última reta; a vitória sob calor infernal no GP da Argentina de 1955, e muitas outras. Mas, acima de todas elas, vem à mente sua legendária performance em Nürburgring 1957…
“Algumas pessoas pensavam que éramos loucos. E elas estavam certas”, disse Juan Manuel Fangio.
Quem me conhece sabe que nunca fui fã de Michael Schumacher: nunca GOSTEI dele. Mas, vejam só, sempre o admirei.