Por que a F1 nos mantem tão distante se gostamos tanto dela?
Por que a F1 nos mantem tão distante se gostamos tanto dela?
O que é amar, afinal? Amar o automobilismo é algo muito, muito especial.
Meu amor pela Fórmula 1 nunca irá acabar. Quer saber por quê?
Pneus, regulamento, chase, grana… É demais pra mim. Mas confesso uma ponta de entusiasmo pelo desafio tecnológico que se imporá às equipes e pilotos no ano que vem
Ao longo dos últimos anos, de forma acentuada a partir do fim de 1993, com a ascensão do abominável Max Mosley, a F-1 vem guerreando com os valores do olimpismo, flertando com a artificialidade e o caos, como quem tenta vender Luan Santana a beatlemaníacos.
Vistas de perto, as conquistas de Vettel, Newey & Cia talvez não sejam tão grandes assim, como não foram as de Clark&Chapman
Reflexões sobre a morte de Paul Walker, ator da franquia “Velozes e Furiosos”: não é automobilismo.
Na equipe do GPTotal, há quem prefira Senna, há quem prefira Piquet, mas TODOS gostam de ambos e, principalmente, reconhecem o talento dos dois.
Conte mil vezes uma mentira, e ela passará a ser verdade.
Ross Brawn fora da Mercedes, vai pra onde? Hulkenberg, Maldonado e Pérez ainda sem lugar definido. Que surpresas teremos para 2014?