Rápido, decidido, tático, bom de chuva, dedicado e prematuro, Vettel é um daqueles bilhetes premiados que surge a cada órbita de Saturno.
Rápido, decidido, tático, bom de chuva, dedicado e prematuro, Vettel é um daqueles bilhetes premiados que surge a cada órbita de Saturno.
Na Índia, nosso menino crescerá para grandeza histórica de um tetracampeonato.
Uma janela mágica, que vai de 67 a 93, abriga os F1 mais belos de todos os tempos. O que distancia tanto aquela Fórmula 1 da que temos agora?
30 anos do bicampeonato mundial de Nelson Piquet: qual foi o ponto fundamental daquela conquista histórica?
Dois campeões mundiais numa mesma equipe: pesadelo para uns, sonho para outros.
Nesta semana, completei trinta anos de automobilismo, esse esporte elitista e cruel que captura meu olhar como poucas coisas na vida.
O tetracampeonato ainda não foi matematicamente garantido, mas já começa a surgir a dúvida: Vettel é invencível?
Um campeonato decidido ou a beatificação de um piloto? Não temos a mesma emoção do campeonato que havia em 2013 mas a corrida de Suzuka sempre é especial.
Homens verdadeiros só pensam em sexo; Corredores, em acelerar. Simbolicamente, comemoram seus feitos com jorros vigorosos de champagne.
O GP da Coreia se dividiu em duas partes: Sebastian Vettel e o resto. E foi esse “resto” que trouxe alguma emoção.