O último GP da Europa apresentou muitas voltas além das 57 inicialmente programadas.
O último GP da Europa apresentou muitas voltas além das 57 inicialmente programadas.
O GP da Europa teve um dos roteiros mais perfeitos para consgrar aquela que foi a maior das 29 vitórias de Fernando Alonso na Fórmula 1.
A “temporada européia” começa em Valência. É a porta de entrada para circuitos clássicos, horários “tradicionais”, grandes emoções.
Interlagos, conforme se anuncia, vai passar por nova reforma. A esperança é que, sobrevivendo e mais esse tranco, se transforme numa arena onde a prioridade seja a utilização do espaço para sua finalidade original: pista de competição. E que manutenção seja algo feito diariamente, e não anualmente.
Na Tríplice Coroa do esporte a motor, sou irredutível: amo o GP de Mônaco, amo as 500 Milhas de Indianápolis, mas meu coração pertence às 24 Horas de Le Mans.
O último GP do Canadá foi, sim, muito bom. Mas a minha dúvida é se não estamos nos contentando com muito pouco. Aquela história de “qualquer pé de galinha já vira uma canja”, sabe como?
A Formula 1 some das ruas de Mônaco e atravessa o Atlântico pela primeira vez esse ano para conhecer as terras canadenses. O circo está pegando fogo. É uma época gloriosa. É um ano de ouro.
Enquanto a FIA persistir em sua política tão restritiva, é natural que os engenheiros continuem buscando coelhos em suas cartolas. Espero ansioso pelos próximos!
Um desfile de carros de corrida poderia ser uma bela maneira de comemorar o jubileu de diamante da rainha Elizabeth!