Manuel Blanco traça um histórico sobre o “5”, número de muitas glórias e histórias na Fórmula 1.
Manuel Blanco traça um histórico sobre o “5”, número de muitas glórias e histórias na Fórmula 1.
Seria pedir demais que a FIA fixasse regras de beleza dos carros em seu regulamento?
Miguel Paludo segue os passos Bandeirantes do eterno Emerson e nos dá a chance de conhecer um novo automobilismo.
Acompanhando a Daytona 500, testemunhei Juan Pablo Montoya provocando dois acontecimentos muito interessantes. O primeiro deles foi a inédita proeza de bater numa caminhonete-turbina, que explodiu numa enorme bola de fogo amarelo, e o Chevrolet de Montoya pareceu ter sido mastigado (e posteriormente cuspido) pelo Godzilla.
Uma análise sobre o maravilhoso legado deixado por José Carlos Pace em nosso esporte.
Dois ícones, de duas áreas distintas, com trajetórias parecidas e finais idênticos.
Um ciclo se encerra para o Brasil na Fórmula 1. E outros se iniciam?
Um trecho do livro “O capacete verde”, de Jon Cleary, retratando um pouco do automobilismo do passado.
A nota destes testes pré-temporada é a tática da cortina de fumaça, com todo mundo fingindo, fazendo de conta, escondendo as cartas.
A incógnita é saber o que pode motivar alguém volúvel como Raikkonen nesta sua nova etapa na categoria.