A segunda parte da viagem no tempo analisando os cockpits da F1.
A segunda parte da viagem no tempo analisando os cockpits da F1.
Minha mãe, do alto de sua sabedoria maternal, costuma dizer que para tudo na vida há que se pagar um preço – inclusive, para se fazer o bem.
Aos que podem pensar que Jerez de La Frontera e o alvorecer da F1 2012 não quer dizer muita coisa, digo que provérbios não surgem do nada, e há um que diz que o bom dia se vê logo pela manhã.
Eu deveria ter antevisto que a condição de caçula de uma família dominada por alguém tão impositivo como Michael seria provavelmente o fator determinante para a carreira de Ralf na F1
Um passeio por alguns dos cockpits mais marcantes da história
Algumas notícias sobre o que (não) está acontecendo até aqui…
E eis que chegou o dia. Há pelo menos cinco anos venho me preparando para ele e, então, quando preciso enfrentar a página em branco, percebo o quão inglória é a missão de tentar resumir 19 anos da carreira de Rubinho num único texto.
Dizia Roberto Goizueta que, para conseguir sabedoria, em algumas ocasiões é necessário arriscar-se a parecer um tolo. A meu ver, assim é como deviam ter visto Bernie Ecclestone quando ele entrou na F1: como um tolo ou um simples sonhador. Se enganaram!
A atual geração de pilotos é tão boa quanto aquela formação clássica dos anos 80, e muito, muito melhor que aquela de meados dos anos 90 e início dos anos 2000.