As perspectivas de DRS nos próximos anos são boas: só precisamos tratá-la com cuidado.
As perspectivas de DRS nos próximos anos são boas: só precisamos tratá-la com cuidado.
Por que os melhores pilotos gravitam em torno da F1? Basicamente, por que ela oferece os melhores carros e oportunidades para se ganhar dinheiro e notoriedade. E por que ela oferece tais condições? Porque nela os competidores são, por obrigação, construtores.
Jenson Button se deu conta de que não é páreo para o Lewis em termos de velocidade e – sabiamente – não tenta ser o que não é, esbanja firmeza quando o outro dá moleza.
É um tanto desagradável dizer que o ponto alto do GP do Brasil foi Nelson Piquet andando de Brabham-Cosworth BT49C. O couvert, vejam só, acabou virando prato principal.
Já tivemos de tudo em Interlagos, títulos decididos, as vitórias históricas e suadas, momentos vibrantes, as grandes decepções de vitórias que ficaram pelo caminho.
Alonso, Vettel e Hamilton podendo ser ainda melhores que ano passado e Vettel já é campeão com quatro provas de antecedência? É! Esse Vettel é bom mesmo.
O que penso ser mais inaceitável, dentre tantas críticas, é o monopólio de Hermann Tilke. Ele não pode ser o único entre 7 bilhões de pessoas a saber desenhar autódromos, ora bolas!
Há uma coerência insuspeita nos números de Sebastian Vettel em relação aos de Ayrton Senna: com metade dos GPs disputados, o alemão já obteve metade das vitórias, das poles, dos pódios e das voltas mais rápidas do brasileiro.
Pobre Hermann Tilke! Ele tem apanhado mais do que merece e lá vou eu, que não posso ver uma minoria sofrendo, tentar defendê-lo.
Em Abu Dhabi, seria possível dizer que Vettel, Hamilton, Alonso e Button estiveram próximos da perfeição. O primeiro e o último, no entanto, enfrentaram problemas, e Hamilton acabou vencendo por ter em mãos um carro ligeiramente melhor que a Ferrari do espanhol.