Mais um título para Sebastian Vettel. Mais uma bela vitória de Jenson Button. Mais uma grande corrida de Alonso. Mais uma batida entre Massa e Hamilton. E mais um recorde para Schumacher.
Mais um título para Sebastian Vettel. Mais uma bela vitória de Jenson Button. Mais uma grande corrida de Alonso. Mais uma batida entre Massa e Hamilton. E mais um recorde para Schumacher.
O Grande Prêmio do Japão é hoje um evento universalmente popular graças à natureza desafiadora do circuito de Suzuka e ao enorme entusiasmo dos fãs locais.
Vivemos tempos extraordinários na Fórmula 1, tanto para quem a admira pelos seus méritos esportivos como por aqueles de natureza técnica.
Piloto natural é o sujeito que tem um talento inato para tirar o máximo de uma máquina, que pode ser um avião de caça ou um F1. Jim Clark era um piloto natural, Graham Hill não.
Sobrenome às vezes ajuda, mas também pode ser um problemão! Melhor aliviar a carga e deixar Bruno, Pietro e outros jovens filhos e netos de campeões correrem e provarem na pista quem são.
Olho para ela, aproximo a mão mas... desisto de pegar minha fabulosa calculadora Kenko KK-3122-12 comprada por 15 "real" de um camelô na rua Teodoro Sampaio, para fazer as contas que me responderiam o quanto tranquilo está Sebastian Vettel na ponta deste mundial. Calculadora não preciso para saber que ele tem 85 pontos de vantagem …
O primeiro dos eventos “além-mar” nesta fase do campenato é o Grande Prêmio de Cingapura, realizado no Marina Bay Circuit. Espetacular, diga-se. O evento possui uma história curta mas significativa, notável não só como primeiro destino de uma corrida noturna na história da categoria, mas também por ter sido palco do famoso “crashgate” de 2008.
Dizem que o automobilismo brasileiro vai mal. Eu concordo. Culpados? Muitos. Para começar nós mesmos, o público, que de uma década para cá (ou mais) aceitamos garbosamente empulhações sem piscar, sem reclamar. Que tipo de empulhações? Ora ora... Vamos à principal delas: a Stock Car. Tida e havida como categoria máxima do país, aquela que …
1993 não tem roteiro estabelecido para se tornar filme, ainda que aquela temporada já tenha sido muito bem retratada no documentário sobre Ayrton. E diferentemente de 1976, não teve uma reviravolta inimaginada no meio da trama, levando a um final surpreendente. Porém, como no filme Rocky, a vitória acabou sendo o que menos importou.
Anunciada como tema de um longa metragem que entrará em produção no futuro próximo, a temporada da Fórmula 1 de 1976 reúne ingredientes dignos de um blockbuster de Hollywood: conflito humano intenso envolvendo personagens atraentes, enigmáticos e sedutores, drama, suspense, toques de sexo e violência, uma grande surpresa no final.